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PRP no tratamento de lesões: o que é e quando pode ajudar

Resposta rápida: O PRP — Plasma Rico em Plaquetas — é um tratamento que utiliza o sangue do próprio doente para estimular a reparação natural dos tecidos. É aplicado na artrose, em tendinites crónicas, lesões musculares e ligamentares e como apoio à cirurgia ortopédica. É um procedimento de consulta, feito em menos de 30 minutos, e com um excelente perfil de segurança.


O que é o PRP?

O PRP (Plasma Rico em Plaquetas) é um tratamento biológico que usa um recurso que o doente já tem: o seu próprio sangue.

Colhe-se uma pequena amostra de sangue do braço, exatamente como numa análise de rotina. Essa amostra é centrifugada na clínica, o que separa e concentra a parte do sangue mais rica em plaquetas. Esse concentrado é depois injetado no local da lesão.

Não se acrescenta nada. O que é injetado vem na totalidade do corpo do próprio doente — e é precisamente isso que torna o tratamento tão bem tolerado.


Como funciona o PRP?

As plaquetas são conhecidas pelo seu papel na coagulação, mas fazem muito mais do que isso. Quando são ativadas, libertam fatores de crescimento — proteínas que funcionam como mensageiros e que desencadeiam os processos naturais de reparação do organismo.

Ao concentrar essas plaquetas e colocá-las diretamente onde existe a lesão, o PRP reforça aquilo que o corpo já tenta fazer sozinho. Em concreto, estes fatores de crescimento:

  • Estimulam as células responsáveis por reconstruir tendões, cartilagem e músculo
  • Aumentam a produção de colagénio, a proteína que dá estrutura aos tecidos
  • Promovem a formação de novos vasos sanguíneos, levando oxigénio e nutrientes à zona em recuperação
  • Reduzem a inflamação local

É por isto que o PRP é descrito como um tratamento regenerativo: não se limita a mascarar a dor — procura atuar sobre o processo de reparação do tecido.


Como é feito o tratamento?

Todo o procedimento decorre em consulta, sem internamento e sem anestesia geral:

  1. Colheita de uma pequena quantidade de sangue do braço, como numa análise normal
  2. Centrifugação da amostra na clínica, durante poucos minutos, para concentrar as plaquetas
  3. Injeção do concentrado no local exato da lesão, guiada por ecografia em tempo real

Do início ao fim, o processo demora habitualmente menos de 30 minutos. O doente regressa a casa no próprio dia e retoma a vida normal, evitando apenas esforços intensos nas primeiras 48 horas.

Toda a preparação decorre num sistema fechado, o que significa que o sangue nunca fica exposto ao ar ambiente entre a colheita e a injeção — um fator importante de segurança e de qualidade do produto final.

As três etapas do tratamento com PRP, realizadas integralmente em consulta.


Porque é que a ecografia faz diferença: num tendão, numa bainha ou numa lesão muscular, acertar no alvo é o que determina o resultado. A orientação ecográfica permite ver a agulha e a estrutura em tempo real, garantindo que o produto é colocado exatamente onde é preciso.


Que lesões podem ser tratadas com PRP?

As aplicações do PRP em ortopedia e medicina desportiva são hoje muito variadas. Estas são as principais:

Principais zonas do corpo com indicação para tratamento com PRP.


PRP na artrose do joelho, anca e ombro

É a indicação mais estudada e aquela em que a evidência é mais sólida. Na artrose, a cartilagem desgasta-se progressivamente e a articulação entra num estado de inflamação crónica que provoca dor, rigidez e perda de função.

O PRP atua nesse processo: ajuda a reduzir a inflamação da articulação, pode estimular a produção natural de ácido hialurónico — o lubrificante articular — e contribuir para a preservação da cartilagem existente.

Está indicado sobretudo na artrose ligeira a moderada, sendo uma opção valiosa para quem já não responde bem aos anti-inflamatórios e à fisioterapia, mas ainda está longe de precisar de uma prótese.


Tendinites crónicas: quando o PRP ajuda

As tendinopatias instalam-se quando a carga repetida sobre um tendão ultrapassa a sua capacidade de recuperação. São particularmente frustrantes porque tendem a arrastar-se durante meses e a resistir ao tratamento habitual.

O PRP é utilizado em:

  • Epicondilite lateral — o conhecido cotovelo de tenista
  • Epitrocleíte — cotovelo de golfista
  • Tendinopatia da coifa dos rotadores, no ombro
  • Tendinopatia rotuliana — joelho do saltador
  • Tendinopatia do tendão de Aquiles
  • Fasciite plantar e dor no calcanhar
  • Tendinopatias do tornozelo e do pé


O PRP acelera a recuperação de lesões musculares?

Roturas musculares parciais, distensões recorrentes e hematomas organizados são lesões frequentes em quem pratica desporto, de forma recreativa ou competitiva.

Nestes casos, o objetivo do PRP é acelerar a reparação do músculo, reduzir a formação de tecido fibroso e diminuir o risco de a lesão voltar no mesmo local. Os melhores resultados obtêm-se quando o tratamento é aplicado precocemente e integrado num programa de fisioterapia.

As zonas mais frequentemente tratadas são os isquiotibiais, o quadricípite, os gémeos e os adutores.

Lesões ligamentares parciais do joelho

O PRP tem aplicação em roturas ligamentares parciais que não exigem cirurgia, nomeadamente do ligamento cruzado anterior e do ligamento colateral medial do joelho. Nestes casos, a injeção é feita no local da lesão, frequentemente repetida duas semanas depois, e associada a ortótese funcional e reabilitação.

PRP como apoio à recuperação pós-cirúrgica

O PRP pode ainda ser utilizado como complemento biológico de intervenções ortopédicas, aplicado durante a própria cirurgia ou no período de recuperação, para apoiar a cicatrização dos tecidos reparados — como na reparação da coifa dos rotadores, na sutura meniscal ou após artroscopia do joelho.


O que dizem os estudos?

O PRP não é um tratamento experimental: é uma terapêutica com duas décadas de investigação clínica e com milhares de doentes estudados. Alguns dos resultados mais relevantes:

Num ensaio clínico rigoroso, com grupo de controlo e conduzido sob supervisão regulatória da FDA, a autoridade do medicamento norte-americana, os doentes com artrose do joelho tratados com PRP apresentaram, ao fim de um ano, uma melhoria muito superior à do grupo que recebeu apenas soro — e sem efeitos adversos registados.

Uma análise conjunta de 26 ensaios clínicos, envolvendo mais de 2400 doentes, concluiu que o PRP produziu melhores resultados na dor e na função do que o ácido hialurónico aos 3, 6 e 12 meses, sem aumento de efeitos secundários.

Uma revisão de 35 ensaios clínicos publicada em 2024 concluiu que, embora o corticoide e o PRP tenham efeito semelhante a curto prazo, o PRP é superior a médio e longo prazo — e essa diferença é clinicamente relevante, não apenas estatística.

Na epicondilite do cotovelo, uma análise de 26 estudos com 684 doentes mostrou melhoria significativa da dor e da função, mantida ao longo de dois anos de seguimento.

A Sociedade Europeia de Cirurgia do Joelho, Traumatologia Desportiva e Artroscopia (ESSKA) publicou um documento de consenso que reconhece existir evidência suficiente para apoiar a utilização do PRP na artrose do joelho, manifestando preferência por este face ao ácido hialurónico pela melhoria clínica global e pela maior duração do efeito.

Vale a pena sublinhar um pormenor relevante: vários destes estudos — incluindo o ensaio conduzido sob supervisão da FDA — foram realizados precisamente com o sistema de preparação Arthrex ACP, o mesmo que utilizamos na Mondæcus. Os resultados citados não dizem respeito a um PRP genérico, mas à tecnologia concreta com que trabalhamos.


Quantas sessões e em quanto tempo se notam resultados?

O número de sessões varia com a lesão e com a resposta de cada pessoa:

SituaçãoSessões habituaisIntervalo
Artrose do joelho2 a 41 a 3 semanas
Tendinopatias crónicas1 a 32 a 4 semanas
Lesões musculares1 a 22 a 3 semanas

Quanto aos resultados, é importante perceber o ritmo deste tratamento. Ao contrário de uma infiltração com corticoide, que alivia em poucos dias mas cujo efeito se esgota em semanas, o PRP trabalha de forma progressiva:

  • Primeiras 2 a 4 semanas — início da melhoria
  • 6 a 12 semanas — benefício máximo
  • 6 a 12 meses — duração habitual do efeito, podendo prolongar-se mais
Evolução típica da melhoria após o tratamento com PRP. Valores indicativos.

É um tratamento que pede alguma paciência nas primeiras semanas e que compensa essa espera com um efeito bastante mais duradouro.

É seguro?

A segurança é um dos pontos mais fortes do PRP. Como o produto injetado é preparado a partir do sangue do próprio doente, num sistema fechado, o risco de rejeição ou de reação alérgica é muito baixo e não há exposição a material biológico de outra pessoa.

Nos ensaios clínicos realizados, incluindo o estudo conduzido sob supervisão da FDA, não foram reportados efeitos adversos relevantes, e as análises comparativas não encontraram mais complicações com PRP do que com os tratamentos habituais.

O que é normal sentir depois do tratamento:

  • Dor ou sensação de tensão no local nas primeiras 24 a 72 horas — faz parte da resposta esperada e é sinal de que o processo está em curso
  • Ligeiro inchaço ou calor local, transitório

Existem situações em que o PRP não está indicado — alterações das plaquetas, infeção ativa, doença oncológica em atividade, gravidez ou terapêutica anticoagulante, entre outras. Todas são avaliadas em consulta antes de qualquer tratamento.


Em que casos resulta melhor?

Como qualquer tratamento médico, o PRP dá melhores resultados em determinados perfis. A literatura é bastante consistente a identificar quem mais beneficia:

  • Artrose em fase ligeira a moderada, com espaço articular ainda preservado
  • Tendinopatias crónicas que não responderam ao tratamento conservador habitual
  • Lesões musculares tratadas precocemente
  • Doentes com peso controlado
  • Sintomas com menor tempo de evolução
  • Doentes dispostos a associar o tratamento a um programa de reabilitação

Nas fases muito avançadas de artrose, com perda total do espaço articular, o benefício esperado é menor — nesses casos a conversa passa habitualmente por outras soluções, incluindo cirúrgicas. É precisamente por isso que a avaliação prévia é determinante: permite perceber, caso a caso, se o PRP é a escolha certa ou se há melhor caminho.


PRP no desporto: regressar à atividade com segurança

Para quem pratica desporto, seja em competição ou de forma recreativa, o problema raramente é apenas a dor. É o tempo de paragem — e o receio, muitas vezes justificado, de que a lesão volte assim que se retoma a intensidade anterior.

É aqui que o PRP tem um papel específico no contexto desportivo:

  • Apoia a reparação do tecido lesado, em vez de apenas suprimir os sintomas
  • Tem como objetivo reduzir a formação de tecido fibroso, frequentemente associado às recidivas no mesmo local
  • Pode permitir retomar a reabilitação mais cedo e com menos dor, o que favorece todo o processo
  • Oferece alternativa em tendinopatias crónicas que já resistiram a meses de tratamento convencional

As lesões desportivas mais frequentemente tratadas com PRP são as roturas musculares parciais dos isquiotibiais, quadricípite, gémeos e adutores, a tendinopatia rotuliana, a tendinopatia do tendão de Aquiles, a epicondilite do cotovelo e as lesões ligamentares parciais do joelho e do tornozelo.

Um ponto essencial: o PRP não substitui a reabilitação. Nos estudos com melhores resultados em atletas, o tratamento foi sempre integrado num programa de fisioterapia estruturado, com retoma progressiva da carga. É a combinação das duas coisas que encurta o tempo de paragem — não a injeção isolada.


Quanto custa o tratamento com PRP?

É uma das perguntas mais frequentes, e a resposta honesta é que não existe um preço único — porque não existe um tratamento único. O custo depende de fatores que só se conhecem depois da avaliação clínica:

Número de sessões necessárias: Uma tendinopatia pode resolver-se com uma ou duas sessões; um protocolo para artrose do joelho envolve habitualmente duas a quatro. É a variável com maior peso no custo total.

Estrutura a tratar: A quantidade de produto e a complexidade técnica variam conforme se trate uma articulação grande, um tendão superficial ou uma lesão muscular profunda.

Avaliação e exames incluídos: Um tratamento bem conduzido inclui consulta de avaliação e ecografia músculo-esquelética, tanto para confirmar a indicação como para guiar a injeção. Comparar apenas o preço da injeção isolada é enganador.

Tecnologia utilizada: Os sistemas de preparação não são equivalentes entre si, e isso reflete-se tanto no custo como na qualidade do concentrado obtido.

Na Mondæcus, o orçamento é apresentado em consulta, depois da avaliação clínica e ecográfica — porque só nesse momento é possível dizer com rigor quantas sessões são necessárias e que estruturas vão ser tratadas. Para esclarecimentos prévios, basta contactar a clínica.


Perguntas frequentes sobre PRP

O tratamento com PRP dói?

A colheita de sangue é igual a uma análise de rotina. A injeção provoca desconforto momentâneo, variável conforme a zona tratada. Nas 24 a 72 horas seguintes é normal sentir alguma dor ou tensão local, que cede facilmente e faz parte do processo.

Quanto tempo demora a fazer efeito?

A melhoria começa habitualmente entre as 2 e as 4 semanas, com benefício máximo entre as 6 e as 12 semanas. O efeito mantém-se tipicamente entre 6 e 12 meses, podendo durar mais.

PRP ou infiltração com corticoide: qual é melhor?

Servem objetivos diferentes. O corticoide alivia mais depressa, mas o efeito é curto e a repetição frequente pode prejudicar a cartilagem e o tendão. O PRP demora mais a atuar, mas vários estudos mostram efeito superior e mais duradouro a médio e longo prazo, sem esse risco. A escolha é feita em consulta, conforme o caso — e por vezes os dois são usados de forma complementar.

O PRP evita a cirurgia?

Em muitos casos permite adiá-la ou mesmo evitá-la, sobretudo em tendinopatias crónicas e em artrose ligeira a moderada. Quando existe indicação cirúrgica clara, o PRP não a substitui — mas pode ser usado como apoio à recuperação depois da cirurgia.

Há risco de rejeição?

O risco é muito baixo. Por o produto ser preparado a partir do sangue do próprio doente, num sistema fechado, não há exposição a material biológico de outro dador, que é a principal causa de reações deste tipo.

Posso continuar a treinar?

Recomenda-se repouso relativo nos primeiros 3 a 5 dias, com retoma progressiva orientada. Nas lesões desportivas, a combinação do PRP com um programa de fisioterapia estruturado é o que produz melhores resultados.

É preciso parar a medicação habitual?

Alguns anti-inflamatórios podem interferir com o efeito pretendido, pelo que é frequente recomendar a sua suspensão nos dias próximos do tratamento. Doentes medicados com anticoagulantes requerem avaliação individual. Estas orientações são sempre dadas em consulta.

A partir de que idade se pode fazer PRP?

Não existe limite rígido. O PRP é utilizado desde atletas jovens com lesões desportivas até adultos mais velhos com artrose. O que determina a indicação é o tipo de lesão e o estado dos tecidos, não a idade.

Quanto custa o tratamento com PRP?

Não existe um valor único, porque o custo depende sobretudo do número de sessões necessárias e da estrutura a tratar. Na Mondæcus, o orçamento é apresentado em consulta, depois da avaliação clínica e ecográfica, que é o momento em que se consegue definir o protocolo com rigor.

Onde posso fazer PRP perto de Coimbra?

O tratamento com PRP está disponível na Mondæcus Clínica Médica, em Montemor-o-Velho, na região de Coimbra. Todo o processo é feito no local, incluindo a avaliação ecográfica prévia e a injeção guiada por ecografia.

Todos os PRP são iguais?

Não. Existem diferenças significativas entre sistemas de preparação, nomeadamente na concentração de plaquetas obtida e na presença ou ausência de glóbulos brancos no produto final. Na Mondæcus utilizamos o sistema Arthrex ACP, uma tecnologia de referência internacional e a mesma que foi usada em muitos dos principais estudos clínicos publicados sobre PRP.


Tecnologia Arthrex: uma referência internacional

Na Mondæcus trabalhamos com o sistema Arthrex ACP (Autologous Conditioned Plasma), uma das tecnologias de preparação de PRP mais utilizadas e mais estudadas a nível mundial.

A Arthrex é uma empresa de referência internacional em ortopedia e medicina desportiva, com mais de quatro décadas de atividade no desenvolvimento de soluções para patologia articular, e é parceira médica oficial de equipas desportivas de alta competição, entre as quais a Seleção Alemã de Esqui e o FC Bayern Basketball.

A escolha desta tecnologia não é indiferente ao resultado. O sistema Arthrex ACP produz um plasma pobre em leucócitos — ou seja, concentra as plaquetas e os fatores de crescimento, mas deixa de fora os glóbulos brancos que podem libertar substâncias prejudiciais ao processo de cicatrização. Esta característica é hoje valorizada na literatura científica em várias indicações.

Trabalhar com uma tecnologia validada por centenas de estudos clínicos significa que o tratamento que recebe na Mondæcus corresponde ao que foi efetivamente testado e documentado na investigação internacional.


Sistema Arthrex ACP e centrífuga na Mondæcus Clínica Médica. Na seringa é visível a separação das camadas do sangue após centrifugação: o plasma rico em plaquetas, na parte superior, é o que vai ser injetado.


Onde fazer PRP em Montemor-o-Velho e na região de Coimbra

Na Mondæcus Clínica Médica, em Montemor-o-Velho, o tratamento com PRP é realizado em consulta de Ortopedia e Reumatologia, com todo o processo feito no local: colheita, preparação do concentrado plaquetário com sistema Arthrex ACP e injeção guiada por ecografia com ecógrafo especializado de última geração.

A avaliação prévia faz parte integrante do tratamento. Inclui exame clínico e ecografia músculo-esquelética para confirmar o diagnóstico, perceber o estado real da lesão e definir o protocolo mais adequado — quantas sessões, com que intervalos e em articulação com que reabilitação.

Sempre que a situação o justifique, o plano é articulado com fisioterapia e com as restantes consultas da clínica, nomeadamente Medicina Desportiva, Medicina Interna e Podologia.

A Mondæcus situa-se em Montemor-o-Velho, na região de Coimbra e a curta distância da Figueira da Foz, Cantanhede, Soure e Condeixa-a-Nova. Para quem vive na região, é possível realizar todo o tratamento — avaliação, ecografia e PRP — sem deslocações a hospitais centrais e com marcação em prazos curtos.


Artrose, tendinite ou lesão desportiva que continua a limitar o seu dia a dia? Agende uma consulta de avaliação na Mondæcus, em Montemor-o-Velho — a avaliação clínica e ecográfica permite perceber se o PRP é adequado ao seu caso.

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Nota: este artigo tem caráter informativo e não substitui a avaliação clínica individual. A indicação para tratamento com PRP é sempre definida em consulta médica, após exame clínico e avaliação por imagem.

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